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Doutoranda da UFSC publica vídeo explicando diferenças e semelhanças entre as vacinas

Qual é a melhor vacina contra a Covid-19? Para responder esta e outras questões, Cristina Sant’Anna, doutoranda em Ciências Médicas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), elaborou um vídeo explicando as diferenças entre as vacinas e ressaltando a necessidade de todos completarem a imunização.

Fonte Portal UFSC




Ela diz que o seu vídeo busca aumentar a conscientização a respeito da vacinação, esclarecer sobre a tentativa de escolha de vacina por parte de algumas pessoas e orientar para a importância da segunda dose. O vídeo está disponível em https://youtu.be/tTinv9pYBcQ.


Cristina Sant’Anna diz que a melhor vacina é a que tivermos acesso primeiro | Foto: Divulgação

No vídeo, a pesquisadora explica que o coronavírus entra no corpo humano e utiliza a “maquinaria de nossas células” para se multiplicar e infectar novas células. Aborda as diferentes tecnologias de vacina: vetor viral, vírus da Covid-19 inativado e RNA mensageiro. “As vacinas ativam a resposta imunológica mas não provocam doenças”, diz.


Cristina afirma que todas as vacinas contra a Covid são eficazes – a eficácia de todas elas é maior do que a maioria das vacinas que a gente já tem contra outras doenças. “Foram produzidas com alto rigor científico e com bastante segurança”. Por isso, não há razão para querer escolher uma vacina. “A melhor vacina é a que você tiver acesso primeiro, porque quanto antes todo mundo se imunizar, melhor”. A imunização ampla também contribui para reduzir a circulação do vírus e a probabilidade de surgimento de novas variantes.


Quanto à importância de completar a imunização, tomando a segunda dose, a pesquisadora ressalta que normalmente a primeira dose de qualquer vacina tem uma resposta imunológica mais fraca e não produz muitas células de memória, que guardam a “receita” de como produzir anticorpos. “A segunda resposta imunológica é muito mais efetiva e produz muito mais anticorpos e células de memória”.


Os efeitos colaterais indesejados, como febre, dores pelo corpo e mal-estar, são na verdade uma boa notícia para nós, pois significa que nosso organismo está produzindo uma resposta imunológica. “Os linfócitos B e plasmócitos estão trabalhando e nós estamos nos imunizando”.

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