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AMALab ultrapassa 10 mil testes para a detecção de covid-19

O Laboratório de Análises Moleculares Avançadas (AMALab), da Faculdade de Ciências da Saúde do Trairi (Facisa), ultrapassou a marca de 10 mil testes tipo RT-qPCR realizados para a identificação de novos casos de covid-19. O projeto, que foi idealizado com a colaboração da comunidade acadêmica em parceria com o Laboratório Central do Estado do RN (Lacen), foi posto em prática em 25 de janeiro deste ano. Em 20 semanas de funcionamento, o percentual de testes positivos acompanhou o perfil epidemiológico em níveis estadual e nacional, que sofreram aumento no número de casos.


Por Jefferson Tafarel de Agecom/UFRN

Fonte Portal UFRN

Máquina de RT-qPCR do AMALab/Facisa – Foto: Facisa/UFRN

Foram testadas amostras de swab nasofaríngeo de pacientes e profissionais de saúde que vivem nos 21 municípios que constituem a região do Trairi e Potengi, correspondente à V Unidade Regional de Saúde Pública, sendo a maior parte residentes dos município de Santa Cruz (37%), seguido de São Tomé (8%) e São Paulo do Potengi (7%). Além disso, outros 49 municípios também são auxiliados pelo Hospital Universitário Ana Bezerra, HUAB.


Com variações entre os municípios, a detecção da doença destacou a importância do monitoramento do vírus por meio dos testes, considerando o número de infecções em cada região.


A diretora-geral da Facisa, Joana Cristina Medeiros Tavares Marques, considera a marca dos 10 mil testes como resultado do esforço e dedicação dos profissionais da universidade: “O ideal de uma missão social quanto ao nosso papel no enfrentamento da pandemia nutriu a nobreza desse trabalho voluntário, mobilizando uma equipe de servidores e colaboradores a se dedicar para além de seu vínculo com o setor acadêmico da instituição, muitas vezes dedicando horas extras e deixando em segundo plano sonhos pessoais”.


O laboratório, no entanto, passa por dificuldades de manutenção devido aos cortes de verbas destinadas às instituições federais de ensino superior. De acordo com a diretora-geral, o AMALab busca por parcerias com órgãos estaduais e municipais para viabilizar seu funcionamento, uma vez que os recursos residuais só o permitem por mais alguns dias.

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